quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Truques para reduzir a dor de ovário

A dor de ovário caracteriza-se pela sua localização abaixo do umbigo e esta se origina na metade do ciclo, geralmente ocorrendo em um único ovário. Trata-se de uma dor aguda, que dura desde alguns minutos até vários dias e suas causas pode ser as mais diversas. Mas existem alguns truques caseiros que podem ser de grande ajuda para aliviar os desconfortos causados por esta condição, como os que listamos a seguir.

Ser mulher têm muitas desvantagens. Uma das maiores é a de ter menstruação, uma situação muito incômoda que visita a mulher uma vez por mês. Embora muitas mulheres tenham a sorte de sofrer apenas desconforto durante esses dias, enquanto outras têm que passar alguns dias com grande dor de ovários e desconforto. Em Saúde Dicas falamos agora dos truques para reduzir a dor de ovário.

Tratar a dor de ovários:
A seguir daremos algumas soluções caseiras para dor de ovário, e que, com isso, te ajudará a tornar um pouco mais suportável esta fastidiosa época.

Entre os desconfortos da menstruação, o pior de todos, ou um dos piores são as cólicas. Essas cólicas se produzem pelas contrações espasmódicas do útero, e podem passar despercebidas ou ser realmente muito incômodas, inclusive chegando a provocar vômitos e náuseas.

Em Saúde Dicas, aconselhamos que, se a dor é muito intensa, procure o mais rápido possível o ginecologista, porque isso pode ser causado por algum tipo de doença. No entanto, uma vez que se descarte o problema de doença, existem alguns meios cotidianos para todos nós para poder aliviar essas incômodas cólicas.

Truques para reduzir a dor de ovário:
A dor de ovário não pode ser evitada quando se sofre, ou seja, não existe um remédio mágico que a anule, mas é possível reduzir o seu desconforto ou de fato que apenas notemos que estamos sofrendo dor quando menstruamos ou nos dias prévios a ter a menstruação.

Estes são alguns dos melhores remédios para tratar a dor de ovário.
Você tem que reduzir o consumo de sal, açúcar e cafeína, aumentando a ingestão de alimentos ricos em cálcio, produtos lácteos e verduras de folhas verdes, durante a semana antes do período.
O calor é um fator que te ajudará a aliviar as cólicas, por isso, quando você sentir as cólicas, aplique calor sobre a área afetada. Tome um banho quente, ou pegue uma garrafa ou bolsa e encha com água quente colocando sobre o abdômen ou parte inferior das costas.
Você tem que se mover. Quando você sofre estas cólicas, estar parada não te ajudará a aliviar a cólica, não deite nem permaneça sentada. Realize alongamentos e utiliza exercícios como yoga, que são muito benéficos para tudo.
Use ibuprofeno para aliviar a dor menstrual. Um medicamento usado por todos nós. Se você sabe que seu período vem acompanhado de dor, não esperar que sejam as dores fortes para tomar este medicamento. Assim, recorra a ele nos primeiros sintomas e repita a dose a cada seis horas.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?



O que é retinopatia diabética?
A retinopatia diabética é uma complicação microvascular que pode ocorrer no diabetes mellitus, afetando a retina, e que pode levar à perda total da visão, sendo a principal causa de cegueira entre adultos acima de 20 anos. A retinopatia diabética ocasiona rompimento dos vasos sanguíneos da retina, causando hemorragia e infiltração de gordura em seu interior. O diabetes tipo 1 causa complicações oculares mais frequentes e mais graves, mas o diabetes tipo 2, muito mais incidente, é responsável por um número maior de casos de pacientes com baixa visão em razão da retinopatia diabética.

Quais são os fatores de risco para a retinopatia diabética?
O tempo de duração do diabetes mellitus é o fator de risco mais importante para a retinopatia diabética. Após 20 anos de evolução do diabetes, esta complicação está presente em praticamente todos os pacientes com diabetes tipo 1 e em 50 a 80% dos pacientes com diabetes tipo 2. Um segundo fator de risco é o grau de hiperglicemia. Níveis normais ou perto no normal de açúcar no sangue previnem ou retardam o início da retinopatia diabética. Outros fatores de risco são a hipertensão arterial e a nefropatia. Também a gestação, bem como a puberdade e a realização de cirurgia de catarata são condições que podem promover avanço das lesões da retinopatia diabética. O uso de aspirina, por seu turno, não aumenta o risco de hemorragias. O efeito do fumo é controverso, mas deve-se evitar a obesidade, o consumo de álcool, a dislipidemia e o sedentarismo.

Como se instala a retinopatia diabética?
Nos pacientes com diabetes tipo 1, a retinopatia geralmente se instala após três a cinco anos de evolução da doença e raramente surge antes da puberdade. Em contrapartida, em pacientes com diabetes tipo 2, a retinopatia pode já estar presente em algum grau no momento em que for diagnosticado o diabetes.

Como o médico diagnostica a retinopatia diabética?
Um exame oftalmológico completo deve ser realizado no máximo cinco anos após o diagnóstico do diabetes e depois uma reavaliação deve ser feita a cada ano. Os pacientes com diabetes tipo 2 devem fazer uma avaliação oftalmológica no momento do diagnóstico. Mulheres diabéticas que desejem engravidar devem realizar, antes, uma avaliação oftalmológica completa e serem orientadas sobre o risco de desenvolvimento da retinopatia. As grávidas devem ser devidamente acompanhadas e monitoradas até um ano após o parto. Os exames do fundo de olho e da retina são essenciais para o diagnóstico da retinopatia diabética. Normalmente, usa-se fazer:

*Exame direto de fundo de olho: as pupilas devem ser dilatadas com um colírio para que o oftalmologista possa examinar visualmente o fundo do olho, com lentes de aumento acopladas a um aparelho chamado oftalmoscópio.
*Tanometria: uso de um aparelho para medir a pressão intraocular.
*Angiografia fluoresceínica: um corante especial é injetado no braço e minutos depois são tiradas fotografias da passagem dele pelos vasos da retina, permitindo ao oftalmologista fazer uma análise desses vasos.

Como evolui a retinopatia diabética?
O controle clínico do diabetes diminui muito o aparecimento da retinopatia diabética, mas todo paciente diabético deve ser acompanhado periodicamente pelo oftalmologista.

A retinopatia diabética em qualquer grau está associada ao aumento de risco de mortalidade cardiovascular.

A presença da retinopatia diabética está fortemente associada à nefropatia diabética, sendo, portanto, recomendável a avaliação da presença de doença renal diabética em indivíduos com retinopatia.

Como o médico trata a retinopatia diabética?
Se iniciado precocemente, o tratamento da retinopatia diabética apresenta bons resultados. Através da fotocoagulação a laser, as áreas comprometidas da retina podem ser cauterizadas, beneficiando a maioria dos pacientes. A vitrectomia é uma microcirurgia que visa remover os vasos anormais e corrigir o descolamento de retina. Atualmente, novas drogas, em cápsulas ou injetáveis dentro do globo ocular, estão sendo usadas com essas mesmas finalidades.

ABCMED, 2013. Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?. Disponível em: . Acesso em: 24 ago. 2016.
fonte
imagem:drqueirozneto.com.br
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Ômega-3 pode ajudar na prevenção da retinopatia diabética em indivíduos de meia-idade e idosos com diabetes tipo 2


A retinopatia diabética (RD) é uma complicação séria em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2. A retina é rica em ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa ω-3 (LCω3PUFAs), que são substratos para as oxilipinas, com propriedades anti-inflamatórias e anti-angiogênicas. Modelos experimentais reforçam a proteção contra RD com a ingestão de alimentos com LCω3PUFA, mas faltam dados clínicos.

No final de 2015, um estudo prospectivo dentro do ensaio clínico randomizado Prevención con Dieta Mediterránea (PREDIMED), testando dietas mediterrâneas suplementadas com óleo de oliva extra-virgem ou nozes versus uma dieta controle para a prevenção cardiovascular primária, foi conduzido em centros de cuidados de saúde primários na Espanha. De 2003 a 2009, 3.614 indivíduos, com idades entre 55 e 80 anos, com diagnóstico prévio de diabetes tipo 2, foram recrutados. Os dados completos estavam disponíveis para 3.482 participantes. Os pacientes precisavam cumprir a recomendação de ingestão dietética de LCω3PUFA de pelo menos 500 mg/dia, para a prevenção cardiovascular primária, tal como avaliado por um questionário de frequência alimentar validado.

O principal resultado foi a RD incidente exigindo fotocoagulação a laser, vitrectomia e/ou terapia anti-angiogênica confirmada por um comitê de julgamento externo.

Dos 3.482 participantes, 48% eram homens e a média de idade era de 67 anos. Um total de 2.611 participantes (75%) seguiu a recomendação dietética com LCω3PUFA. Durante um período de acompanhamento médio de 6 anos, foram documentados 69 novos eventos. Após ajustes para idade, sexo, grupo de intervenção, estilo de vida e variáveis clínicas, os participantes que cumpriram a recomendação LCω3PUFA no início do estudo (≥500 mg/dia) em comparação com aqueles que não cumpriram esta recomendação ( <500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis=""><500 mg/dia) apresentaram redução de relativamente 48% no risco de RD com risco para visão, com uma taxa de risco de 0,52 (IC 95%, 0,31-0,88; P=0,001). Esta associação foi ligeiramente mais forte para a ingestão de LCω3PUFA atualizada anualmente (risco relativo, 0,48; IC 95%, 0,28-0,82; P=0,007).
As conclusões mostram que indivíduos de meia-idade e idosos com diabetes tipo 2, que ingerem pelo menos 500 mg/dia de LCω3PUFA na dieta, facilmente alcançável com duas porções semanais de peixes oleosos, apresentam diminuição no risco de RD com risco de danos à visão. Os resultados estão de acordo com os resultados de modelos experimentais e com o atual modelo de patogênese da retinopatia diabética.

<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">fonte:<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">JAMA Ophthalmology, publicação online, de 18 de agosto de 2016 
<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">imagem:<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">oftalmologistacb.com.br
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Anticoncepcional só deve ser ingerido com prescrição médica, afirma Anvisa


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A Anvisa e outras agências reguladoras internacionais monitoram continuamente os benefícios e os riscos do uso de anticoncepcionais, particularmente em relação ao risco de trombose venosa profunda. Sabe-se que o risco de formação de coágulos depende do tipo de hormônio progesterona presente no medicamento.

Mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados.

Mesmo assim, até o momento, os benefícios dos anticoncepcionais na prevenção da gravidez continuam a superar seus riscos. Além disso, os riscos de eventos como trombose envolvendo todos os contraceptivos orais combinados é conhecidamente pequeno.

Foto: Pixabay

Antes do início do uso de qualquer contraceptivo, deve ser realizado minucioso histórico individual da mulher, seu histórico familiar e um exame físico incluindo determinação da pressão arterial. Exames das mamas, fígado, extremidades e órgãos pélvicos, além do Papanicolau devem ser conduzidos.

Esses exames clínicos precisam ser repetidos pelo menos uma vez ao ano durante o uso de medicamentos contraceptivos.

A Anvisa não possui legislação ou arcabouço legal que possa obrigar os médicos a notificarem eventos adversos relacionados a medicamentos. O mesmo ocorre com os cidadãos. ¿No entanto, a notificação por hospitais e serviços de saúde é obrigatória.

De qualquer forma, caso o cidadão ou o profissional de saúde observe alguma reação adversa no organismo que possa ter sido provocada por anticoncepcionais, é importante fazer essa notificação à Anvisa.

Há vários canais disponíveis: como o sistema de notificações da Anvisa, o Notivisa, a Ouvidoria (ouvidoria@anvisa.gov.br) e o Anvisa Atende (0800 642 9782).

*Do Portal da Anvisa
Com adaptações
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Combata a prisão de ventre tomando chá de ameixa

A prisão de ventre é um problema muito comum entre os homens e mulheres de diversas idades. Dieta desequilibrada, estresse, hormônios desregulados, falta de água no organismo, pouca prática de exercício físico, entre tantos outros motivos podem desencadear uma prisão de ventre.

A melhor forma de se combater e prevenir a constipação intestinal é através de receitas naturais. E um dos melhores remédios caseiros para liberar o intestino é o chá de ameixa.

Diversas frutas e verduras podem ajudar a regular o intestino fazendo com que ele trabalhe melhor, mas aquela que trará um resultado melhor e mais rápido será a ameixa.

Ameixa para prisão de ventre - Foto: Pixabay


A ameixa é uma fruta rica em fibras, carboidrato, sódio, magnésio, potássio e vitamina A e C. Além de ser ideal para quem sofre de problemas de prisão de ventre, a bebida ainda ajuda a combater à anemia, doenças respiratórias, diminui os níveis do colesterol ruim, fortalece o sistema imunológico e emagrece.

Chá das folhas da ameixa

Ingredientes
2 colheres (de sopa) da folha da ameixa;
1 litro de água.

Modo de preparo
Coloque a água para ferver e adicione as folhas de ameixa. Quando a fervura for atingida, desligue o fogo e abafe a bebida por 10 minutos. Consuma duas xícaras por dia.

Chá de ameixa

Ingredientes
3 ameixas pretas;
1 xícara (de chá) de água.

Modo de preparo
Retire as sementes da ameixa. Coloque a fruta na xícara com água. Amasse as ameixas e coloque-as em repouso durante uma noite. No dia seguinte, pegue a xícara e misture bem até que forme uma mistura homogênea. Ponha essa mistura para ferver e depois, consuma a bebida. Procure beber esse chá em jejum.

Por Ana Ligia
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Boa forma: a relação benéfica entre cafeína e performance

A cafeína é o estimulante mais ingerido no mundo, presente no café, mate, chá verde e em bebidas a base de cola. É considerada de baixo risco para a saúde humana e, há algum tempo, passou a ser bastante consumida por atletas, devido aos vários benefícios que proporciona para a prática esportiva.

Neste artigo, saiba mais sobre a relação benéfica entre a cafeína e performance.

Os benefícios da cafeína no desempenho físico

Foto: Pixabay

Na performance esportiva, a melhora no desempenho ocorre devido à ação da cafeína no sistema nervoso. A substância é capaz de reduzir a percepção de esforço ao exercício físico e, assim sendo, o indivíduo consegue fazer mais exercício por ter a sensação de ser mais fácil do que é.

O componente químico também aumenta a concentração e o foco nos treinos e competições, além de retardar a fadiga ao poupar os estoques de glicogênio muscular.

O cafezinho ou outras bebidas com cafeína também são aliados de quem deseja perder peso, pois a substância atua na quebra do tecido de gordura, favorecendo a eliminação dos excessos.

Os hormônios liberados durante o exercício, junto com a cafeína, ajuda na quebra das gorduras, e estas passam a ser fonte de energia no lugar dos carboidratos.

Além disso, os antioxidantes presentes na cafeína também ajudam a neutralizar o efeito prejudicial nos radicais livres no organismo.

Nos esportes de resistência, em que o praticante deve realizar esforços durante um longo período de tempo, a cafeína atua na redução da percepção da fadiga e no aumento da atenção e memória.

Já nos esportes de força, como o levantamento de peso, por exemplo, o componente potencializa a contração muscular e ajuda a aumentar a tolerância a dor.

É importante ressaltar que, apesar de todos os benefícios proporcionados pela cafeína, ela deve ser consumida com moderação. Recomenda-se tomar uma xícara entre 30 e 60 minutos antes da atividade física.

Devido ao seu efeito estimulante, a cafeína em excesso pode ser considerada dopping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). O limite estabelecido é o equivalente a 9 xícara do grão expresso (60ml) ou coado (200 ml).

Contraindicações
A cafeína é contraindicada para indivíduos com problemas estomacais, cardíacos ou de pressão, também para aqueles que têm dificuldade para dormir.

Além disso, todos devem evitar o exagero no consumo da substância.

Por Débora Silva
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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Pâncreas artificiais podem estar disponíveis em 2018






Pessoas que sofrem de diabetes tipo 1 são obrigadas a monitorar constantemente os seus níveis de glicose no sangue e administrar insulina em si mesmas, caso seja necessário. Mas este incômodo diário em breve poderá ser reduzido. Um novo estudo concluiu que sistemas de “pâncreas artificiais” automatizados podem estar disponíveis em menos de dois anos.

O estudo, de autoria dos médicos Roman Hovorka e Hood Thabit, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, analisou o progresso global da tecnologia nestes sistemas automatizados, incluindo o pâncreas biônico sendo desenvolvido por cientistas da Universidade de Boston, nos EUA.

Atualmente, o tratamento para a diabetes tipo 1 em geral requer dois processos separados. Os pacientes precisam monitorar manualmente os seus níveis de glicose no sangue várias vezes por dia com um exame de sangue por punção digital, e se as leituras estão altas, eles podem precisar usar uma bomba de insulina. Estas bombas são dispositivos automatizados que se conectam ao vestuário e administram insulina através de um cateter sob a pele. Os pacientes precisam informar manualmente à bomba para injetar doses adicionais quando comem.
Dois em um

O pâncreas artificial combina esses dois processos separados em um único sistema fechado. Uma agulha sob a pele monitora continuamente os níveis de glicose no sangue e administra insulina automaticamente, conforme necessário, removendo a carga de autoatendimento do paciente e garantindo um nível de glicose mais consistente do que as bombas atuais.

Automatizar as funções também ajuda a superar outra desvantagem das bombas que dependem de insulina com uma base fixa de ação mais longa: as necessidades de insulina de um paciente podem variar significativamente no dia-a-dia e diferentes pessoas terão diferentes necessidades. Dependendo da dieta e da atividade física, entre outros fatores, um paciente pode usar apenas um terço da sua dose normal de um dia, e até três vezes mais do que o normal no próximo. Um pâncreas artificial irá ler essas variações e reagir em conformidade. O estudo lista esta como a principal vantagem dos sistemas de circuito fechado.

Os ensaios clínicos ao longo dos últimos anos descobriram que os sistemas de circuito fechado são eficazes na manutenção da quantidade ideal de glicose e na redução da quantidade de tempo que os pacientes passam num estado de hipoglicemia, quando o açúcar no sangue é demasiado baixo. Os pacientes envolvidos nesses estudos ficaram animados com a tecnologia, também.

“Em ensaios até agora, os usuários têm sido positivos sobre como o uso de um pâncreas artificial lhes dá “férias” da administração de sua diabetes, uma vez que o sistema gere eficazmente o açúcar no sangue sem a necessidade de monitoramento constante pelo usuário”, dizem os autores do artigo.
Menos invasivo

Pâncreas artificiais também têm se mostrado mais viáveis do que os procedimentos como os transplantes, tanto de todo o pâncreas ou de células beta responsáveis pela produção de insulina. Estes métodos, além de invasivos, fazem os pacientes correrem o risco de rejeição e complicações posteriores.

Ainda existem áreas onde os sistemas de pâncreas artificiais podem ser melhorados, e o estudo pede mais pesquisas para superar esses desafios. Por exemplo, ainda pode demorar entre meia hora e duas horas após a injeção para a insulina atingir níveis de pico no sangue, o que pode ser muito lento em algumas circunstâncias. As pesquisas estão sendo conduzidas na busca de tipos de insulina de ação mais rápida, tais como a insulina aspártica e formas inaladas.

Estes sistemas de pâncreas artificiais podem estar no mercado mais cedo ou mais tarde. Nos EUA, a agência responsável está revendo uma proposta de um sistema deste tipo, que poderia ser aprovado já no próximo ano. Enquanto isso, um relatório do Instituto Nacional do Reino Unido para a Pesquisa de Saúde prevê que sistemas de circuito fechado podem estar disponíveis até o final de 2018. [Gizmag]

fonte
por Jéssica Maes
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.