segunda-feira, 23 de abril de 2018

Doença de Huntington está relacionada a níveis de ureia no cérebro


Cientistas de universidades do Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos observaram que os níveis de ureia aumentam na fase pré-sintomática da doença. Os resultados do trabalho foram publicados na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, e ainda precisa ser revisado pela comunidade científica.

A doença neurodegenerativa Huntington caracteriza-se pela perda de neurônios estriatais, o que causa demência, movimentos musculares involuntários, transtornos psiquiátricos e outros sintomas importantes. No trabalho, cérebros doados por familiares de pacientes que sofriam com Huntington e cérebros de ovelhas geneticamente modificadas para desenvolver a doença foram analisados.

“Identificamos níveis elevados de um transportador de ureia e outros reguladores osmóticos no estriatal de nossos modelos ovelhas. Ureia elevada também foi detectada em casos postmortem de mal de Huntington. Ruptura do metabolismo de ureia causa problemas neurológicos e poderia iniciar a neurodegeneração e os sintomas de mal de Huntington. Nossas descobertas sugerem que diminuir os níveis de ureia e/ou amônia poderia ser positivo em casos de mal de Huntington”, dizem os pesquisadores no artigo científico.

Outro estudo realizado pelos mesmos pesquisadores revelou resultados semelhantes na doença de Alzheimer. Segundo Garth Cooper, o pesquisador principal da universidade de Manchester (Reino Unido), isso poderia significar que o mesmo pode ser observado em outros tipos de demência.

“Esse estudo da doença de Huntington é a peça final de um quebra-cabeças que nos leva a concluir que a alta quantidade de ureia no cérebro tem papel importante na demência. Alzheimer e Huntington estão em lados opostos do espectro da demência, então se isso se confirma para esses tipos, então eu acredito que é muito provável que será verdade para os principais tipos de demência relacionados à idade”, diz Cooper.

O pesquisador acrescenta que mais pesquisas devem ser feitas para entender como os níveis de ureia tornam-se elevados.

As instituições participantes no estudo foram a Universidade de Manchester (Reino Unido), Universidade de Auckland (Nova Zelândia), AgReserch New Zealand, South Australian Reserach, Universidade de Harvard e Development Insitute (EUA). [Bigthink, Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America]

por Juliana Blume
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sábado, 21 de abril de 2018

Dieta para gordura no fígado

Seguir regularmente a dieta para gordura no fígado é uma das melhores e mais saudáveis formas de tratar e eliminar os sintomas de gordura no fígado, como perda do apetite, dor abdominal do lado direito, barriga inchada e enjoo, por exemplo.

A dieta para gordura no fígado não tem como objetivo curar a doença, mas evitar que ela piore. Assim, na dieta para gordura no fígado é recomendado:

*Evitar ao máximo o consumo de alimentos ricos em gorduras, como pizzas, sanduíches, queijos amarelos e condimentos;
*Eliminar o consumo de qualquer bebida alcoólica;
*Dar preferência ao consumo de alimentos saudáveis, como frutas, legumes, verduras, carnes brancas grelhadas;
*Adicionar somente 1 colher de café de azeite na salada, depois de pronta;
*Beber bastante água entre as refeições;
*Comer alimentos ricos em fibras diariamente;
*Eliminar da alimentação: queijo amarelo, requeijão, chocolate, biscoito amanteigado, produtos de pastelaria em geral, enchidos e embutidos, como linguiça, salsicha, bacon e mortadela, maionese, manteiga e margarina.


Os melhores alimentos para o fígado são os legumes e frutas, leite desnatado, mel, arroz, macarrão, carnes magras, ovos, gelatina e queijo branco.

É importante comer a cada 3 horas, mesmo que não tenha fome. Não ter fome após 3 horas significa que comeu demais na refeição anterior e isto também precisa de ajuste.

Ao seguir corretamente esta dieta, é possível eliminar boa parte da gordura abdominal e do interior do fígado em, aproximadamente, 2 meses. Mas, para melhores resultados, recomenda-se fazer algum tipo de atividade física com regularidade.



Cardápio de dieta para gordura no fígado
Um exemplo de cardápio para gordura no fígado pode ser:

Café da manhã - 2 torradas com queijo branco e suco de melancia.
Almoço - salada de repolho roxo, cenoura e milho temperada com gotas de limão e uma colher de chá de flor de sal, com filé de frango grelhado e arroz. Uma pera para sobremesa.
Lanche - uma gelatina com uma banana.
Jantar - pescada cozida com batata e brócolis cozidos temperados com gotas de limão e oréganos. Uma fatia de melão para sobremesa.
A bebida ao longo do dia pode ser 1,5 litros de água ou chá de cardo mariano sem açúcar.

Antes de fazer qualquer dieta alimentar é fundamental consultar um médico ou nutricionista para verificar se essa dieta não prejudica a saúde.

fonte
por Tatiana Zanin - Nutricionista
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Não mantenha o celular perto do corpo


Ainda há controvérsia sobre a relação dos celulares com tumores e outros tipos de riscos para a saúde humana. Enquanto alguns estudos apontam que a relação existe, outros a desmentem. A única certeza é que os celulares modernos transmitem radiação, e talvez a prevenção seja a melhor solução para evitar qualquer perigo.

Por isso, o Departamento de Saúde Pública da Califórnia (CDPH), nos EUA, emitiu uma advertência contra os perigos da radiação de celulares esta semana. O CDPH pede que as pessoas diminuam o uso desses dispositivos e sugere manter distância deles quando possível.

“Embora a ciência ainda esteja evoluindo, há uma preocupação entre alguns profissionais da saúde pública em relação à exposição a longo prazo e alto uso da energia emitida por telefones celulares”, diz a Dra. Karen Smith, diretora do CDPH.

O CDPH iniciou um relatório em 2009 a respeito do uso dos celulares e a sua relação com a saúde dos usuários, mas os resultados só começaram a ser divulgados agora, após uma ordem judicial, depois que um professor da Universidade da Califórnia, chamado Joel Moskowitz, iniciou um processo para que o departamento divulgasse os resultados depois de começar a examinar se o uso de telefones celulares aumentou o risco de tumores.

“Os fabricantes de celulares querem que você mantenha uma distância mínima de seu corpo e você deve descobrir qual é essa distância”, disse Moskowitz logo após o lançamento do rascunho do estudo. A Comissão Federal de Comunicação dos EUA exige que os fabricantes de telefones celulares assegurem que todos os telefones atendam a “limites objetivos para uma exposição segura”, mas não define qual seria essa distância.

O relatório do CDPH recomenda “não manter o telefone no bolso, não colocá-lo no ouvido durante um período de tempo prolongado, manter um uso baixo se houver pouca bateria, não dormir perto do aparelho e estar ciente de que se você estiver em um carro, ônibus ou trem em movimento rápido, o telefone emitirá mais energia de radiofrequência para manter a conexão”.

Outras organizações americanas já alertaram sobre os perigos da exposição à radiação do telefone celular, incluindo o Departamento de Saúde Pública de Connecticut, que emitiu recomendações semelhantes em maio de 2015. “A preponderância das pesquisas indica que a radiação do telefone celular representa um grande risco para a saúde”, afirma Moskowitz. [Tech Crunch]

por Jéssica Maes
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Este pequeno ato pode ser a diferença para muitos anos adicionais de vida


Diversas pesquisas já descobriram que ficar sentado o dia todo é muito ruim para a nossa saúde.

Infelizmente, essa é a realidade de muitas pessoas, que possuem profissões que as obrigam a tais períodos sedentários.

Um novo estudo americano de grande alcance sugere que existe algo muito simples que podemos fazer, no entanto: levantar-nos da cadeira regularmente.

Esse ato pequeno pode fazer uma grande diferença, incluindo diminuir o risco de morte.

A teoria
De acordo com Keith Diaz, pesquisador do Departamento de Medicina da Universidade de Columbia (EUA) e principal autor do novo estudo, o comportamento sedentário não é apenas quanto tempo passamos sentados por dia.

“Estudos anteriores sugeriram que os padrões sedentários – se um indivíduo acumula tempo sentado através de vários trechos curtos ou menos longos de tempo – podem ter um impacto na saúde”, explica.

Para explorar ainda mais essa teoria, Diaz e seus colegas analisaram dados coletados por rastreadores de atividade usados em 7.895 adultos com mais de 45 anos, negros ou brancos.

Os participantes faziam parte de uma investigação nacional americana sobre raça e influências regionais nos riscos de derrame.

Os resultados
De acordo com os dados, 77% dos participantes passavam mais de 12 horas por dia sentados. Ao longo de um período médio de acompanhamento de quatro anos, 340 pessoas morreram, e a equipe calculou o risco de mortalidade para os diferentes padrões sedentários e o tempo sedentário total.

Os cientistas descobriram que havia um risco duas vezes maior de mortalidade em pessoas com o tempo mais sedentário, ou seja, que passavam mais de 13 horas por dia sentados, se levantando em períodos regulares de 60 a 90 minutos a cada vez, em comparação com aqueles com o tempo menos sedentário.

Os participantes que se levantavam a cada 30 minutos, pelo menos, tinham o menor risco de morte.

“Se você tem um emprego ou estilo de vida no qual você tem que se sentar por longos períodos de tempo, sugerimos fazer uma pausa de movimento a cada meia hora”, argumenta Diaz. “Essa única mudança de comportamento pode reduzir o seu risco de morte, embora não possamos dizer com precisão qual é a quantidade de atividade ideal”.

A pesquisa foi publicada na revista científica Annals of Internal Medicine. [NewAtlas]

por Natasha Romanzoti
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Reação rara à tatuagem dá mesmos sintomas que câncer em paciente australiana


Tudo indicava que uma paciente australiana de 30 anos estava com câncer quando os médicos descobriram que na verdade aquela era uma reação muito rara ao pigmento preto de uma tatuagem feita 15 anos antes. O caso foi relatado na revista Annals of Internal Medicine.

A mulher chegou ao hematologista com linfonodos aumentados na axila (ínguas), que estavam incomodando havia duas semanas. Um exame de imagem em seu corpo revelou linfonodos no tórax, inclusive perto dos pulmões.

“90 vezes em 100, isso é linfoma”, afirmou o hematologista Christian Bryant, do Royal Prince Alfred Hospital (Sidney), à CNN. Vários tipos de câncer, inclusive o linfoma, podem fazer com que os linfonodos inchem por conta da inflamação e infecção.

No caso da paciente australiana, os nódulos estavam inflamados por causa de uma reação a uma tatuagem antiga, e não por conta de células cancerosas. Um dos nódulos foi removido da axila e nele foi identificado um aglomerado de células brancas cheias de pigmento preto. A mulher tinha uma tatuagem antiga cobrindo as costas e uma menor e mais recente no ombro.

O pigmento encontrado nas células eram muito grandes para que elas o eliminassem, por isso eles foram se acumulando no linfonodo. Mas por que a inflamação só aconteceu tantos anos depois da tatuagem ser feita? A resposta dos médicos no caso é que alguma coisa desencadeou essa inflamação, mas essa causa não foi identificada.

A paciente relatou que mensalmente sua tatuagem coçava por alguns dias. O tipo de inflamação encontrado em seus linfonodos, porém, chamado de granuloma, não foi encontrado na pele.

Em outros casos, linfonodos com pigmentação já foram confundidos com metástase de melanoma (tumor maligno de coloração escura na pele), mas este é o primeiro caso registrado em que houve confusão com sintomas do linfoma.

Para quem tem tatuagem, é importante lembrar que uma inflamação desse tipo pode acontecer anos mais tarde. Os médicos, por sua vez, devem conhecer o histórico dos pacientes, inclusive a existência de tatuagens, quando estão investigando doenças importantes.

A paciente australiana teve um final feliz. Na última consulta com o médico, seus linfonodos não estavam mais inchados e nenhuma sequela foi observada. O hematologista comemorou o resultado: “no meu trabalho, frequentemente não é assim”. [CNN]

por Juliana Blume
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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Quer viver até os 100? Cientistas descobrem novos genes para longevidade


Um novo estudo Universidade de Stanford (EUA) encontrou novos genes ligados a longevidade.

Quatro variações – do gene ABO, envolvido na determinação do tipo de sangue; do CDKN2B, que regula a divisão celular; do APOE, ligado a doença de Alzheimer; e do SH2B3, que antes pensava-se prolongar a vida em moscas-da-fruta – foram descobertas nos genomas de pessoas com 100 anos ou mais, os chamados centenários.

Novo método para desvendar a longevidade
De acordo com o pesquisador Stuart Kim, professor do Departamento de Biologia do Desenvolvimento e Genética, o objetivo era descobrir quão forte era o componente genético para se tornar um centenário.

“Estamos começando a desvendar o mistério de por que algumas pessoas envelhecem com tanto sucesso em relação à população normal”, disse.

Estudos anteriores tentaram encontrar variações nos genes mais comuns em pessoas muito idosas, mas não tiveram muita sorte.

A nova pesquisa estreitou a busca para genes ligados com a vida longa, focando especialmente naqueles conhecidos por afetar fortemente o risco de doenças relacionadas com a idade, como doença cardíaca e doença de Alzheimer. As pessoas que têm menos risco para essas condições, dita a lógica, vivem mais tempo.

Os quatro vencedores
Os pesquisadores primeiro procuraram por genes ligados a longevidade em uma população de cerca de 800 pessoas com mais de 100 anos, e 5.400 pessoas com mais de 90 anos.

Eles descobriram oito genes ligados com uma vida longa, e foram capazes de confirmar quatro em uma análise de acompanhamento com cerca de 1.000 pessoas com idades entre 100 ou mais.

O estudo constatou que certas variantes dos genes chamados ABO, CDKN2B, APOE e SH2B3 eram mais comuns em centenários do que em pessoas com uma expectativa de vida média (no caso do Brasil, cerca de 73 anos).

Por quê?
Os cientistas determinaram que a variação genética associada com sangue tipo O era mais comum em centenários do que no grupo de controle, o que significa que haviam mais centenários com sangue tipo O em comparação com as pessoas com uma expectativa de vida típica.

Estudos anteriores já haviam indicado que pessoas com sangue tipo O têm menor risco de doença cardíaca e câncer, e têm níveis de colesterol mais baixos.

Outra variante genética, no CDKN2B, pareceu importante para uma vida longa, pois desempenha um papel na divisão celular. A paragem da divisão, chamada senescência, contribui para o envelhecimento, de forma que ter uma variação que a reduz é vantajoso.

Provavelmente, existem muitos outros genes que afetam a longevidade. Os pesquisadores devem continuar sua busca, a fim de compreender melhor o processo de envelhecimento. [LiveScience]

por Natasha Romanzoti
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sábado, 14 de abril de 2018

Chá de canela aborta? Veja como esse chá atua no corpo

O efeito termogênico responsável pela perda de peso também pode elevar a pressão arterial, o que prejudica a gestação

O chá de canela é uma bebida natural que serve para diversos tratamentos homeopáticos e ainda faz muito bem para o organismo. Mas apesar de ser algo tão saudável, o consumo da erva pode prejudicar a gestação.

As grávidas precisam prestar mais atenção em tudo aquilo que consomem. E é preciso também ficarem atentas, inclusive, para as coisas naturais que são ingeridas.

O chá de canela é muito usado graças ao seu poder de emagrecimento. Mas o efeito termogênico responsável pela perda de peso também pode elevar a pressão arterial, o que prejudica a gestação.

Foto: depositphotos

Normalmente, as mulheres que estão grávidas estão mais propícias a sofrerem de picos na pressão arterial. A ingestão da erva pode agravar ainda mais esse problema e levar a gestante a sofrer com o aborto ou a má formação do feto.

Fora os problemas com a pressão, o consumo do chá de canela também pode provocar contrações uterinas e hemorragia, aumentando ainda mais as chances da perda do feto.

Caso não haja aborto, quando a mulher consome o chá de canela na gestação, as chances do filho nascer com problemas de déficit de atenção, comportamento agressivo e hiperatividade ficam ainda maiores.

De acordo com um estudo publicado no American Journal of Epidemiology, a canela possui propriedades que afetam diretamente o sistema neurológico das crianças.

Já quem não está passando pelo processo de gestação, pode consumir normalmente a bebida. O chá de canela é recomendado para auxiliar e tratar problemas na saúde, como gripe, resfriados, infecções, controla o colesterol e insulina e combate os radicais livres.

A ação termogênica da bebida é responsável por acelerar o metabolismo, o que ajuda a fazer com que o organismo queime gordura. Por isso, o chá de canela é constantemente usado para quem deseja perder peso.

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