sexta-feira, 28 de abril de 2017

Após cirurgia de redução de estômago, indiana fica sem movimento no corpo


Após realizar uma cirurgia de redução de estômago e perder cerca de 250 kg, a indiana Eman Abd El Aty, de 36 anos, ficou incapaz de movimentar o corpo e falar.

A irmã da Eman publicou um vídeo no Facebook dizendo que ela está “muito doente”devido à trombose, quando surge a formação de um coágulo sanguíneo em uma veia – normalmente das pernas. “Desde então, ela não é mais capaz de falar e ela está conectada em um tubo de alimentação. Ela não fala de jeito nenhum. Ela está muito pálida. Não teve melhora nenhuma”.


Antes de realizar a cirurgia, Eman fez uma dieta rigorosa,somente de líquidos, para que o estômago diminuísse,e ela perdesse peso. Porém, mesmo assim foi preciso que um avião fosse modificado para ocorrer o transporte. Eman teve uma série de problemas na infância devido ao peso, como pressão alta, hipertensão e insônia. Ela teve um infarto aos 11 anos e foi diagnosticada com elefantíase – doença que causa inchaço em diversas partes do corpo.


De acordo com os especialistas, serão necessários novos exames, mas, ainda assim, ela precisa perder mais peso para entrar no aparelho que realizará o diagnóstico.

[ R7 ] [ Fotos: Reprodução / R7 ]
por Julia Moretto
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Benefícios da cenoura: Saiba mais sobre os poderes desse alimento para a saúde!

A cenoura, em suas mais diversas formas de consumo, é um poderoso aliado à saúde. Conheça seus principais benefícios!

Cenoura ralada, crua ou cozida, no bolo, purê, no deliciosos sucos detox... Diversas são as possibilidades gastronômicas para investirmos nesse vegetal tão conhecido e apreciado em nossa alimentação. E, dentre tanta utilidades e funções, você conhece os benefícios nutricionais desse ingrediente para a saúde? De prevenção à infecções à questões da visão, o alimento é um poderoso aliado ao organismo, promovendo bem-estar e o fortalecimento geral do corpo.

A cenoura é um dos alimentos mais utilizados na culinária brasileira. Compondo preparações doces e salgadas, o vegetal, além de saboroso, é fonte de importantes nutrientes para o nosso corpo, que ajudam a torná-lo saudável. Essas substâncias, tais como as vitaminas A, C e K, e minerais, como o ferro, potássio e manganês, favorecem desde o controle dos níveis da pressão arterial até um emagrecimento saudável. A nutricionista Carine Rodrigues listou os principais benefícios da cenoura para nossa alimentação. Confira!

Por que comer cenoura no dia a dia?

1° - Faz bem aos olhos: Fonte de vitamina A, a cenoura atua na proteção da nossa visão, diminuindo os riscos da degeneração macular e outras doenças que podem ser desenvolvidas com a falta da substância. "É essencial para a visão e para os tecidos epiteliais, como a pele, pois possui um alto teor de B-caroteno, que é um precursor da vitamina A", explica a nutricionista.

2° - Diminui os riscos de infecções: Com propriedades anti-inflamatórias e agentes antioxidantes, o consumo da cenoura ajuda a reduzir a suscetibilidade a infecções no nosso organismo. Essa ação se dá devido a presença da vitamina C em sua composição.

3° - Controla os níveis da pressão arterial: Segundo Carine Rodrigues, o vegetal é fonte de potássio, substância com ação vaso dilatadora, que melhora o fluxo sanguíneo: "É um mineral essencial para um bom funcionamento do sistema nervoso, muscular e o controle da pressão arterial", completa a profissional.

4° - Favorece o trânsito intestinal: A cenoura também é rica em fibras alimentares. Conhecidas por proporcionarem saciedade e ajudarem no emagrecimento saudável, essas substâncias também melhoram o trânsito intestinal, prevenindo a constipação, ajudam a controlar a glicemia sanguínea e a reduzir os níveis de LDL, colesterol "ruim".
Possui baixo valor calórico, aproximadamente 35 Kcal a cada 100 gramas.
É um vegetal bastante versátil pode ser consumido in natura em saladas, cruas ou cozidas, em sucos, sopas, bolos, purês, suflês, pães, cremes e doces.

5° - Possui baixo valor calórico: O vegetal, além de tornar nosso corpo saudável, possui poucas calorias, favorecendo uma alimentação equilibrada e ajudando que deseja perder peso. "Aproximadamente 35 Kcal a cada 100 gramas", analisa Carine.

6° - Versátil e saborosa: Saudável e cheia de nutrientes, a cenoura ainda possui diversas formas de consumo: "Pode ser consumida in natura em saladas, cruas ou cozidas à vapor, em sucos, sopas, bolos, purês, suflês, pães, cremes e doces", indica a profissional.

Consumo - A recomendação de hortaliças, incluindo a cenoura, é de 3 a 5 porções por dia.

As cenouras e suas cores: Conheça outros 5 tipos do vegetal

Popular, nutritiva e altamente saudável, a cenoura ainda possui algumas variações pouco conhecidas. Veja quais são as diferenças entre os 5 tons do alimento

- Roxa: Fonte de antocianinas e licopeno, essa versão de cenoura é algo mais difícil de se encontrar. Suas propriedades nutricionais incluem o bem-estar da saúde cardiovascular e a melhora das capacidades cognitivas.

- Vermelha: Com o mesmo pigmento da beterraba, as antocianinas e o carotenoides atuam na prevenção de doenças como o câncer de pele, próstata etc.


- Laranja: A mais comum e encontrada, esse vegetal é fonte de betacaroteno, substância associada à saúde da pele e no fortalecimento do sistema imunológico.


- Amarela: Com sabor mais adocicado, essa variedade da cenoura inclui a luteína e zeaxantina em sua composição. Essas substâncias atuam no bem-estar das nossas células e na boa visão.

- Branca: É considerada por especialistas a mais rara das cenouras. Contém em sua composição a presença de flavonoides, responsáveis por promoverem a saúde das nossas artérias.

* Carine Rodrigues (CRN 16101174) é nutricionista clínica e esportiva e especialista em emagrecimento e reeducação alimentar. A profissional disponibiliza suas redes sociais para contato: Facebook e Instagram
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Vitamina D - 10 alimentos ricos nessa vitamina


Você está com deficiência de vitamina D? Como saber se essa vitamina está em falta no seu organismo? E como reparar esse problema?

Essa é uma preocupação que está entrou na consciência pública desde que todos nós passamos a nos proteger mais do sol (devido aos problemas de pele relacionados à exposição excessiva ao sol). Mas a deficiência de vitamina D pode ser um resultado de muitos fatores de estilo de vida diferentes, de não obter luz solar suficiente, a dieta ou a falta de absorção pelo organismo.

O problema é que a vitamina D é uma das vitaminas mais importantes para uma boa saúde. Ela melhora a absorção de outras vitaminas e minerais, como cálcio, ferro, magnésio, zinco e fosfato. É extremamente benéfica, especialmente quando se trata de perda de peso, a saúde da pele, a função cerebral e resistência óssea.

Então, você poderia estar com deficiência de vitamina D?
É chamada de a “vitamina do sol”, porque naturalmente produzimos em nossa pele em resposta aos raios solares. Mas nem sempre é possível tomar a quantidade de sol correta e ideal, devido à correria do dia-a-dia. Segundo estudos, a falta de vitamina D está associada a vários tipos de câncer, pressão alta, diabetes, depressão, distúrbios imunológicos, dor muscular crônica e perda de massa óssea, para citar apenas alguns.

Fique atento aos sinais do seu corpo. Aqui estão alguns sinais de que você pode não estar recebendo quantidade suficiente de vitamina D no seu organismo:

1. Mudanças repentinas de humor e mau humor

2. Transpiração excessiva: Se sua cabeça costuma ser um local de intensa sudorese, isso pode significar uma falta de vitamina D.

3.Problemas de estômago: Se você tiver quaisquer problemas de estômago, a absorção de gordura pode ser menor, o que por sua vez reduz a absorção de vitaminas lipossolúveis, como a vitamina D.

4. Tristeza sem motivo aparente: A vitamina D melhora os níveis de serotonina, o que faz você se sentir mais feliz.

Suplementação vitamínica deve apenas ser utilizada sob o aconselhamento de seu médico, ok?
Contudo, existem alguns alimentos que irão ajudá-lo a aumentar seus níveis de vitamina D naturalmente. Tente adicionar estes alimentos ao prato:

1. O salmão: Apenas metade de um filé de salmão tem mais de 1.000 UI de vitamina D, que é mais do que a dose diária recomendada para uma pessoa. Ou, seja, aposte no salmão e saia para dar uma caminhada de 15 minutos no sol das 10 da manhã;

2. Leite: Ou produtos lácteos que tenha sido enriquecido com vitamina D, a maioria dos tipos de leite de vaca são. Dê preferência para o leite integral ao desnatado na hora de repor sua vitamina D.

3. Os ovos: Dois grandes ovos podem armazenar cerca de um oitavo de sua dose diária recomendada de vitamina D. Dois ovos no almoço e 15 minutos de sol das 16 horas por dia são o suficiente.

4. Cogumelos: Se você incluir uma porção saudável de cogumelos em suas refeições você está olhando para uma quantidade significativa de vitamina D.

5. Atum ou Sardinha: Esses peixes são fáceis de encontrar no mercado e contém mais de um quarto da quantidade recomendada por dia.

6. Carne de porco: Costelas são ricas em vitamina D, mas não exagere nas porções, pois é uma carne bastante gordurosa.

7. Óleo de Fígado de bacalhau: Esse óleo possui níveis mais altos de vitamina D do que o óleo de peixe comum.

8. Tofu: Um quinto de um bloco de tofu cru tem 140 UI de vitamina D.

9. Suco de laranja: Um copo de suco de laranja tem mais vitamina D do que um copo de leite fortificado, mas certifique-se de que o suco é natural e foi espremido na hora.

10. Ricotta: Ricotta tem mais de cinco vezes a quantidade de vitamina D que outros queijos.

Não se esqueça de fazer pequenas caminhadas diárias no sol nos horários em que os raios solares não prejudicam a pele (10 horas da manhã e às 16 horas).

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Benefícios da Lecitina de Soja


A Lecitina de Soja é rica em colina, inositol, fosfatídios e ácidos graxos poliinsaturados essenciais.
Estudos vêm mostrando os benefícios da Lecitina de Soja para a saúde em diversos aspectos. Para melhores resultados, seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

A Lecitina é uma das melhores fontes naturais de Colina e Inositol, dois nutrientes do complexo B. A Colina é uma das substâncias que o nosso organismo exige em maiores quantidades. A sua função principal é a mobilização de gorduras no fígado (ação liotrópica), impedindo assim que as gorduras se acumulem nesse órgão, o que desencadearia a enfermidade conhecida como cirrose.
Ela é essencial para o funcionamento saudável do sistema nervoso, pois o revestimento de mielina que rodeia e protege os nervos depende da colina, sendo que este nutriente é também imprescindível para o bom funcionamento dos músculos.

A Colina é uma das poucas substâncias que tem permissão para penetrar diretamente nas células do cérebro onde produz a neurotransmissora acetilcolina, o qual está envolvido em uma vasta gama de atividades cerebrais: memória, percepção dos sentidos e coordenação muscular. O Nositol encontra-se sempre associada a Colina, sendo a ação conjunta de ambas que promove a maior produção de Lecitina pelo fígado.

A falta deste nutriente pode provocar a queda dos cabelos e assim predispor à calvície.
O Inositol começou a apresentar alto interesse na nutrição esportiva a partir dos anos 80, principalmente na União Soviética onde o seu uso na medicina esportiva era mantido em segredo. Foi amplamente pesquisado no Japão com a finalidade de se obter, com o seu emprego, um melhor desempenho do músculo cardíaco. O Inositol atua também para a beleza da pele e dos cabelos e seu efeito calmante contraria a insônia e as ansiedades.

A lecitina de soja, um derivado da soja, pode ter efeitos benéficos sobre a produção e regulação hormonal. Aconselhada nos processos de menopausa, pode reduzir os efeitos desagradáveis consequentes da falha na produção hormonal.

Suplementar a alimentação diária com lecitina de soja é uma excelente opção tanto para mulheres em menopausa como para aquelas que possuem o ciclo menstrual irregular, por oferecer um substrato natural de alto valor biológico e constituir um excelente suplemento alimentar rico em vitaminas lipossolúveis.

Auxilia na redução do colesterol, desde que associada a uma dieta pobre em gorduras.
Lecitina de soja é um complexo de fosfolipídios naturais isolados de soja (Soja hispida), da família das leguminosas Papilionaceae.

A soja fosfolipídeos naturais são quimicamente definido como diésteres de ácido fosfórico esterificados com acilgliceróis, colina, etanolamina ou inositol. Lecitina de fosfolipídios são normalmente distruibuidos naturalmente pelo corpo humano capaz de encontrar no fígado, sangue, bílis, tecido nervoso central, os neurônios, pulmões, etc. E nas membranas das células do corpo, como elementos estruturais básicas.

Papel de fosfolipídios
Devido a isso envolvido em uma série de importantes processos metabólicos tais como a absorção de gordura, o metabolismo do colesterol, a regulamentação do teor de lipídios séricos, o transporte lipídico, a coagulação do sangue, o metabolismo do fígado, percepção visual, a função do neurotransmissor, a biossíntese de prostaglandinas e reprodução sexual.

Ação e indicações de lecitina de soja
Clinicamente, verificou-se que um valor elevado de LDL (lipoproteína de baixa densidade) é um fator de alto risco para doença cardíaca, sobre a taxa de um contrário elevados de HDL (lipoproteína de alta densidade) diminui o risco de doença cardíaca coronária.

Ele também tem vindo a registrar na ação de alimentos em hospitais adjuvante de lecitina de soja, o que traduz uma diminuição das lipoproteínas LDL e um aumento simultâneo do HDL.

Em outras doenças como a doença aterosclerótica, o efeito do emulsificante lecitina permite a hidrólise de ésteres de ácidos gordos e remoção de conchas e até mesmo impedir o seu aparecimento.
Em processos naturais ou envelhecimento precoce é a redução da neurotransmissão colinérgica no cérebro, que se manifesta pela perda de memória, tremores, nervosismo, e assim por diante. Essas manifestações podem ser evitados ou compensados com a contribuição de fosfatidilcolina contida na lecitina de soja, que exerce uma acção reguladora e regenerar os níveis de acetilcolina diretamente responsáveis por esses transtornos.

Na lecitina de soja neurológica mesmo aspecto é revelado como um suplemento dietético de escolha para crianças e estudantes, que exigem uma melhoria no desempenho intelectual. Para os atletas é um alimento de regeneração após a atividade física intensa.

Finalmente, é interessante que elogia maciças e contínuas agressões emocionais e químicas (poluição, tratamentos com drogas, etc.) Responsável pelo estado de estresse, acelerar processos metabólicos, afetando principalmente o fígado e o sistema nervoso. A contribuição da dieta natural de fosfolipídios da lecitina de soja produzidos a reparação "in situ" dos órgãos afetados.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

10 mitos e verdades sobre o glúten que você precisa saber

EXAME.com conversou com especialistas em nutrição para entender se realmente o glúten é vilão na dieta

(aiaikawa/Thinkstock)

São Paulo – São muitas as polêmicas que existem sobre restringir ou não o glúten da dieta. Há quem defenda sua importância, já outros acreditam que a proteína encontrada em grãos como trigo, aveia, e cevada pode facilmente ser cortada da alimentação sem nenhum dano severo à saúde.

Recentemente, uma pesquisa divulgada por cientistas da Universidade de Harvard associou o baixo consumo de glúten ao aparecimento de diabetes. De acordo com o estudo, pessoas que consomem mais a proteína estão menos propensas a desenvolver a doença em comparação às que ingerem menos glúten.

Para entender melhor se cortar o glúten da alimentação é uma medida positiva ou não – mesmo quando não há nenhum tipo de intolerância à proteína, EXAME.com conversou com duas especialistas em nutrição sobre os mitos e as verdades que envolvem essa e outras polêmicas sobre o glúten. Confira a seguir:

1 – O glúten faz mal à saúde?
De acordo com Bárbara Rita Cardoso, membro da Câmara Técnica do Conselho Regional de Nutrição – 3 e doutora em ciência dos alimentos, as pessoas têm tido acesso a informações erradas, o que as leva, de maneira equivocada, a acreditar que o glúten faz mal para todos.

“O glúten não é maléfico para as pessoas que não apresentam intolerância ou alergia. Desse modo, ele pode fazer parte de uma alimentação saudável e variada”, explica.

2 – Dieta livre de glúten ajuda na perda de peso?
Para Natasha Terra, especialista em nutrição esportiva, a dieta sem glúten pode ajudar na perda de peso, mas não devido ao glúten em si, e sim devido às mudanças alimentares.

“Quando as pessoas retiram o glúten da dieta, elas acabam retirando alimentos industrializados e com alto índice glicêmico como pães, massas, bolos, torradas, pizzas e bolachas, e isso faz com que haja uma redução calórica e consequentemente perda de peso. Ou seja, qualquer dieta mesmo com glúten a qual há redução de calorias fará com que a pessoa emagreça”, afirma.

3 – Existem formas saudáveis de consumir glúten?
Sim. Segundo Natasha, as formas mais saudáveis seriam os alimentos que possuem menor índice glicêmico, como os produtos integrais (macarrão, pão e bolos), com um tipo de açúcar mais saudável também como o mascavo, por exemplo.


4 – Alimentos sem glúten são mais saudáveis que as versões com glúten?

Não necessariamente. Há, por exemplo, alimentos sem glúten que são ricos em açúcar e têm algo índice glicêmico, o que não é considerado saudável, explica Bárbara.

5 – Algumas doenças, como a tireoide, podem piorar com o consumo de glúten?
Se a pessoa apresentar algum distúrbio autoimune da tireoide, o tratamento dietético, através de uma dieta sem ou com baixo consumo do glúten, pode melhorar os sintomas e retardar a progressão da doença.

“A doença celíaca e os distúrbios autoimunes da tireoide possuem a mesma predisposição genética. Essa predisposição pode explicar a maior incidência de doenças autoimunes da tireoide entre os celíacos. As pessoas portadoras da tireoide de Hashimoto, por exemplo, podem desencadear a doença celíaca e vice-versa”, afirma a especialista.

6 – Qual a diferença entre doença celíaca e intolerância ao glúten?
Na doença celíaca, existe uma resposta autoimune ao glúten quando a proteína entra em contato com o intestino. Os sintomas desencadeados são relacionados à morfologia e digestão, sendo eles: diarreia, danos à parede do intestino, má absorção e, consequentemente, desnutrição.

Já a intolerância ao glúten, também chamada de sensibilidade ao glúten, gera uma intolerância às proteínas (gliadina e glutenina), a qual sua absorção é prejudicada. Os sintomas também são intestinais e melhoram ou desaparecem após a retirada de alimentos com glúten, explica Natasha.

7 – Quais os benefícios do glúten para saúde?
O glúten é uma proteína de origem vegetal que, assim como outras proteínas, fornece substrato para funções celulares.

“É importante mencionar, porém, que essa proteína não é essencial para o organismo, e uma alimentação sem glúten, quando bem orientada, pode também ter todos os nutrientes necessários para o organismo”, afirma.

8 – O consumo exagerado de glúten pode trazer malefícios para saúde?
O consumo exagerado de qualquer alimento faz mal à saúde.

“O glúten por ser encontrado em alimentos fontes de carboidrato, se o consumo for exagerado, irá trazer malefícios para a saúde como o ganho de peso, que pode vir acompanhado de doenças crônicas não transmissíveis, como por exemplo, a resistência à insulina. E por conter substâncias que aumentam a absorção de água no intestino, o excesso pode causar desconfortos abdominais e intestinais”, afirma Natasha.


9 – A obesidade tem alguma relação com o consumo exacerbado do glúten?

De acordo com Bárbara, não há qualquer estudo que comprove a eficácia da retirada do glúten como estratégia isolada para emagrecimento. Ela ainda explica que é importante deixar claro que os alimentos glúten free não necessariamente têm menos calorias.

10 – Existem proteínas que podem substituir o glúten na dieta?
A zeína, uma proteína presente no milho, pode substituir o glúten da dieta. É possível, inclusive, fazer preparações como massas e bolos com a mesma consistência do glúten.

“Hoje em dia, há diversas opções de produtos sem glúten para serem usados em preparações e produtos já prontos. Há algumas farinhas que podem substituir preparações que possuem glúten, como a farinha de arroz, milho, amêndoas, macadâmia, coco, amaranto”, afirma Natasha.

fonte
Por Daniela Barbosa
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domingo, 23 de abril de 2017

Refrigerante diet pode aumentar risco de AVC e demência

Conclusão é de um estudo da Universidade de Boston publicado pela revista Stroke

Refrigerante (Reprodução/Thinkstock)

Pessoas que ingerem bebidas e refrigerantes diet diariamente são mais propensas a sofrer acidente vascular cerebral (AVC) ou desenvolver demência (como o Alzheimer). De acordo com estudo realizado pela Universidade de Boston e publicado recentemente na revista científica Stroke, a ingestão de apenas uma lata da bebida adocicada artificialmente por dia pode corresponder a um aumento de quase três vezes na propensão de desenvolver os problemas.

A pesquisa coletou dados de mais de 4.000 pessoas, divididas em dois grupos, por mais de 10 anos. O primeiro time era composto por 2.888 pessoas com mais de 45 anos (que foram estudadas para o caso do desenvolvimento de AVC), e o segundo contava com 1484 pessoas acima de 60 anos (estudadas para o risco de demência). As informações foram obtidas por meio de questionários feitos pelo projeto Framingham Heart Study (FHS), da própria universidade.

O estudo, liderado por Matthew Pase, do departamento de neurologia da Boston University School of Medicine e pesquisador do FHS, investigou a quantidade de bebidas diet e normal ingerida por cada participante entre 1991 e 2001. Esses dados foram comparados com o número de pessoas que, no mesmo período, sofreu algum derrame ou apresentou demência. O pesquisador encontrou foi que, neste intervalo, houve 97 casos de AVC e outros 81 de demência.

“É importante mencionar que ainda é prematuro afirmar, apenas com base em nossos estudos, que existe uma relação de causa e efeito entre a ingestão dessas bebidas e o desenvolvimento de AVC ou demência. De qualquer forma, nós aconselhamos as pessoas a serem mais cautelosas com o consumo destas bebidas”, afirma Pase. Ainda segundo o pesquisador, mais investigações são necessárias para delinear quais são os efeitos das bebidas adocicadas artificialmente no cérebro.

Confira o vídeo da pesquisa (em inglês):



fonte
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Ansiedade: conheça os principais sintomas da doença

O transtorno de ansiedade, muitas vezes encarado com descaso, é uma doença como qualquer outra e pode interferir na vida social e profissional das pessoas

Alguns sintomas físicos da ansiedade generalizada são: coceiras e picadas na pele, principalmente nos membros e na cabeça, suor e ondas de calor, tontura, alterações no batimento cardíaco, aumento da pressão arterial, tensão nos músculos e aumento da necessidade de ir ao banheiro. (IStock/Getty Images)

Ficar apreensivo em situações que causam grande expectativa, como entrevistas de emprego, viagens e cirurgias, por exemplo, é normal. Mas isso não deve ser confundido com o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), um distúrbio mental que se manifesta de forma excessiva, persistente e de difícil controle. Ele pode afetar pessoas de todas as idades, mas, em geral, as mulheres são mais vulneráveis. Se você sofre de dores de cabeça e musculares, pressão alta, perturbação do sono, irritabilidade e agitação constante, sem nenhum sinal de doença física, é melhor ficar atento.

O distúrbio é caracterizado pela preocupação excessiva sobre coisas que normalmente não impactam as pessoas. O sentimento de agitação e preocupação sem motivo aparente pode surgir ao fazer compras, comer em um restaurante ou em simples afazeres domésticos. A situação pode piorar com a dificuldade de concentração e ataques de pânico.

Sintomas e tratamento
Os problemas podem parecer pequenos para outras pessoas, mas não para quem sofre do transtorno. O distúrbio, por impactar a esfera emocional, pode ser muito difícil de ser controlado sem ajuda de um profissional. Pessoas que sofrem de ansiedade costumam se sentir nervosas, tensas e preocupadas com coisas que, antes, não pareciam tão graves ou com motivos considerados banais pelas outras. A pessoa pode ter eventuais ataques de pânico e estar sempre à espera de acontecimentos ruins, sem razão óbvia, ou considerar apenas os aspectos negativos de cada circunstância.

Em alguns casos, o pensamento pode pairar sobre algum assunto em particular, sem a pessoa conseguir tirá-lo da mente. Para um ansioso, o mundo pode parecer não acompanhar seu ritmo. Na vida social, pode parecer que todos estão olhando e julgando, mas conversar sobre o problema pode ser extremamente difícil.

Já no corpo, é comum sentir coceiras e picadas na pele, principalmente nos membros e na cabeça, suor e ondas de calor, assim como tontura, alterações no batimento cardíaco, aumento da pressão arterial, tensão nos músculos e aumento da necessidade de ir ao banheiro. Sentir-se doente sem perceber sintomas, incapaz de relaxar ou dormir com tranquilidade e de se concentrar também são alguns dos sinais da ansiedade generalizada.

Dependendo do caso, o tratamento do distúrbio consiste na combinação de medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos, indicados por um profissional, e de psicoterapia.

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